terça-feira, 11 de outubro de 2011

"Eu vejo gente morta": Meg Cabot e a série "A Mediadora"

Boa tarde!!
Tudo bem com você?


     Como comentei com uma amiga, eu estou preparando para o Midori Sakura uma série de pequenas resenhas de livros, e posso dizer que estava empolgada para escrever essa aqui em especial!

     Quando comecei a postar sobre alguns livros que estava lendo, e isso remete aos posts sobre vampiros e anjos, vi que uma série muito boa iria acabar ficando bastante deslocada, e que eu precisaria fazer uma seção especial só para ela, de tal forma que hoje chegou a vez de eu falar um pouquinho mais sobre sobrenatural, mais especificamente, sobre uma menina que tem um dom muito especial: o poder interagir com pessoas que já passaram para o outro lado!




"A terra das sombras"
Autora: Meg Cabot
Série "A Mediadora": "A terra das sombras", "O arcano nove", "A reunião", "A hora mais sombria", "Assombrado" e "Crepúsculo"

Resumo (livro 1):
"Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações? 

Com muito humor, neste primeiro volume da série A Mediadora, Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário."

Comentários:
     Eu conheci Meg Cabot através da história de "O diário da princesa", há séculos! Não li os livros (tenho uma amiga super querida que aproveitou a euforia dos lançamentos e tem a coleção completa!), de forma que entrei em contato com a escrita da autora ao pegar emprestado "A rosa do inverno", que, decididamente, não foi uma das melhores leituras...

     A chance de ler Meg Cabot de novo partiu da minha vizinha (mantemos uma espécie de "clube do livro"!), e confesso que amei poder conhecer Suzannah e, bem, claro, Jesse!

     A história é muito leve e divertida! Flui de uma forma muito gostosa e, pelos exemplares não serem grossos, a série é lida rapidamente (eu, por exemplo, terminei de ler "A hora mais sombria", li todo "Assombrado" e iniciei "Crepúsculo" em um só dia, quando estava de férias!).

     Como descrito no resumo, Suzannah irá se deparar com vários espíritos diferentes - com temperamentos e razões de ainda persistirem, de alguma forma, ligados ao plano terreno -,  mas sua função é bem definida: independente do tipo de tratamento para com eles (o que pode ser de uma conversa bem educada a gritos e chutes!), ela tem de fazer com que sigam seu caminho, mediando sua travessia deste para outro mundo.  Se isso já não fosse motivo suficiente para gerar confusões, imagina como fica a cabeça de Suze ao dividir seu quarto com Jesse de Silva, um rapaz inteligente, bonito, charmoso e... morto?!

     "A Mediadora", na minha opinião, é uma das melhores séries de romances sobrenaturais do momento. Apesar de reunir os elementos da fórmula mágica atual (leia-se romance proibido, personagens estranhos e escrita em primeira pessoa), ainda assim, os livros conseguem ser surpreendentes. Acredito que algo que contribui para isso seja o próprio fato da história, apesar de ser desenvolvida em 6 volumes, não se estender demais e não se ater a passagens desnecessárias (sim, isso é um crítica a "Crepúsculo" e cia Ltda!).

     Ponto negativo: embora nem seja assim tão ruim, a protagonista do enredo me irrita um pouco com seus "delírios de consumo"! Argh! Ela consegue ser bastante fútil ao listar as peças de seu armário e demais acessórios (todos de marca, lógico!)... Esse tipo de estereótipo de adolescente eu acho muito sem graça.

     Enfim, fica a dica! Bons momentos te esperam nas páginas de "A Mediadora"!

Até a próxima!

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